quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Que tal uma troca?

Ae galera, primeiro post de 2011 (tava na hora, né?)!
Cá estou para compartilhar um aprendizado que tive durante esses dias. Nas pregações na IBCU e em outras leituras, fui percebendo algumas coisas que fazemos bastante e que desagradam a Deus. Falarei de algumas delas durante esses dias.
Vou utilizar alguns trechos da Palavra (utilizados pelo próprio pastor da minha igreja no culto do último domingo) pra falar de uma coisa que, particularmente, sempre tenta me trazer grandes transtornos: amargura.
É um desafio praticamente diário pra mim: ou alguém não reconhece o que eu faço como eu queria, ou falam algo que me deixam extremamente chateado ou até mesmo deixam de fazer o que eu realmente quero para um determinado momento ou situação. Acredito que isso acontece com todo mundo, principalmente nos tempos atuais, onde cada vez mais buscamos saciar nossas necessidades.
No momento, me incomoda. E, se eu não me atentar, esse incômodo permanece dentro de mim, me alfineta e vai se transformando em um sentimento extremamente ruim, que me incapacita plenamente de dar amor para o determinado ser que errou contra mim (ou que, pelo menos, eu julgo ter errado). O incômodo pode virar ódio em poucos minutos, é assustador.
Como eu disse, vou usar bastante o que vi no domingo que se passou, no qual aprendemos mais sobre algumas coisas que desagradam a Deus. No livro de Provérbios, duas passagens me chamaram bem a atenção. São elas:

Pv 18:19
"Um irmão ofendido é mais inacessível do que uma cidade fortificada, e as discussões são como as portas trancadas de uma cidadela."

Pv 15:18
O homem irritável provoca dissensão, mas quem é paciente acalma a discussão.

Em ambos, notam-se claras consequências desse sentimento de ofensa (amargura, ódio, como preferir chamar). Nos tornamos extremamente reclusos, irritáveis (ou, pra usar uma expressão mais "moderna", estressado), ficamos muito mais propensos a arranjar brigas e discussões, sem contar o mal que isso nos faz. Nunca notou como até o seu corpo sente quando o coração está ofendido?
É complicado lidar com isso sozinho. O que fazer então?
É confiar no que Deus está planejando pra nós e esperar o tempo dEle (retomando o texto anterior), sabermos perdoar sem exceções (no texto sobre o Pai Nosso, falei um pouco sobre perdão) e pedirmos o auxílio de Deus para tudo isso, porque sozinhos, a gente não dá conta.

Pv 10:12
O ódio provoca dissensão, mas o amor cobre todos os pecados.

Porém, acho que há uma coisa que deve também ser dita: acima de tudo, não apenas devemos ter amor, mas sim ser amor.

Que tal trocar sua amargura que pesa absurdamente por um amor que traz o bem?